Colheita mecanizada de cana-de-açúcar com transbordo em canavial brasileiro

Cana-de-açúcar

TCH e ATR projetados por talhão, antes do primeiro corte.

Satélite óptico, radar, clima e histórico em um só modelo: o que está fora do padrão, quanto o talhão tende a entregar e em que ordem cortar. A TerraVision implanta, treina e acompanha em Goiás, Distrito Federal e Noroeste de Minas Gerais.

Resposta em até 1 dia útil. Sem compromisso.

Distribuidora exclusiva LAYERS® / HEMAV em Goiás, Distrito Federal e Noroeste de Minas Gerais.

O problema

O canavial é maior do que a caminhonete alcança.

Área demais, tempo de menos

Percorrer o canavial toda semana é impossível. O problema aparece no mapa antes de aparecer na caminhonete.

Decisão sem número

Renovação, ordem de corte e contrato de fornecimento decididos com a média do talhão no ano anterior.

Diagnóstico tardio

Falha de brotação e soqueira em declínio identificadas depois que a janela de manejo já fechou.

Por que cana é diferente

Ciclo longo, dossel fechado e nuvem na hora errada.

No fechamento de dossel o índice óptico satura — e é justamente o período de maior nebulosidade em Goiás. O radar atravessa nuvem e continua respondendo ao acúmulo de massa, sustentando a leitura quando o óptico empata ou falha.

Índice óptico saturado x leitura de radar

dossel fechadosinalciclo
índice óptico: satura radar: continua respondendo
Esquema explicativo do comportamento das duas leituras ao longo do ciclo. Não representa dados de nenhuma área.

Como funciona

O mecanismo, em quatro passos.

  1. Passo 1

    Carga dos talhões e do histórico

    Contorno, datas de corte e histórico disponível. Nada instalado em campo.

  2. Passo 2

    Satélite e radar processados

    Óptico e radar cruzados com clima e histórico. A anomalia é detectada e o aviso chega até você.

  3. Passo 3

    O modelo projeta TCH e ATR

    Estimativa por talhão, atualizada semana a semana.

  4. Passo 4

    Você decide com o mapa na mão

    Prioriza a visita, define a ordem de corte e gera o arquivo de taxa variável.

Ciclo da cana

O que se decide em cada fase.

O que preocupa
Falha de brotação e daninha em solo exposto.
O que se usa
Solo desnudo e possível daninha.
O que se decide
Replantio e herbicida dirigido.
O que preocupa
Uniformidade da soqueira e resposta à adubação.
O que se usa
NDVI e variabilidade, NDRE, NDMI.
O que se decide
Onde ir a campo nesta semana.
O que preocupa
O índice óptico satura justamente aqui.
O que se usa
Crescimento e biomassa por radar.
O que se decide
Primeira leitura séria de quanto o talhão entrega.
O que preocupa
Ponto de corte e acúmulo de açúcar.
O que se usa
Estresse hídrico e previsão de ATR.
O que se decide
Ordem de corte por maturação, não por distância.
O que preocupa
Desvio em relação ao planejado.
O que se usa
Alertas de fase desenvolvida.
O que se decide
Reprogramação da frente de corte.
O que preocupa
Qual talhão renovar.
O que se usa
Potencial produtivo histórico de três anos.
O que se decide
Renovação por desempenho, não por idade de corte.

Módulos

Você paga pelo que usa.

Três camadas contratadas por necessidade. Escolha um módulo para ver o que ele entrega.

SAT TECH

Monitoramento contínuo por satélite e radar do canavial inteiro.

  • Óptico e radar processados a cada passagem, com detecção automatizada de anomalias
  • Prioriza a visita de campo: você vai onde o dado aponta
  • Mapas para aplicação em taxa variável, exportados em shapefile
  • Histórico do talhão: satélite, clima e registros do próprio usuário

Visão global de talhões

Tela real do LAYERS
Visão global de talhões no LAYERS, coloridos por faixa de variabilidade sobre imagem de satélite
Camada de variabilidade aplicada ao contorno dos talhões, com legenda por faixa e seleção de área.

Em aplicações a taxa variável, o maior potencial de economia costuma estar no uso localizado de herbicidas, podendo chegar a até 80% em cenários específicos. Fertilizantes e outros defensivos também podem ser otimizados com a aplicação variável, com ganhos que variam conforme a área, o manejo e a recomendação agronômica.

Alertas

A plataforma procura por você.

A detecção compara o talhão com o padrão dele mesmo e avisa quando a leitura foge desse padrão.

Alta variabilidade

Talhão fora do padrão do próprio histórico: praga, doença ou deficiência nutricional a investigar.

Fase desenvolvida

Salto brusco de variabilidade — inclusive talhão entrando em colheita fora de hora.

Fase inicial

Daninha incipiente ou brotação irregular, quando corrigir ainda é barato.

Na plataforma

O que aparece na tela.

Telas reais do LAYERS. Na demonstração, as mesmas visões são abertas com os talhões da sua unidade.

Comparador temporal de talhões

Tela real do LAYERS
Comparador temporal de talhões no LAYERS, com duas datas de vigor vegetativo separadas por uma régua
Duas passagens do mesmo conjunto de talhões, na camada de vigor vegetativo (NDVI).

Evolução temporal

Tela real do LAYERS
Gráficos de evolução temporal do LAYERS: NDVI, variabilidade, NDRE e NDMI
Séries de NDVI, variabilidade, NDRE e NDMI no período selecionado.

Comparação temporal

Visualização demonstrativa
Passagem anteriorPassagem recente
Arraste a régua para ver como a leitura de vigor muda entre duas passagens no mesmo talhão. Visualização demonstrativa — padrão esquemático criado para explicar o recurso, sem dado de cliente.

Mapa de prescrição

Tela real do LAYERS
Mapa de vigor vegetativo por talhão no LAYERS com painel de classes e exportação para taxa variável
Classes de vigor por talhão, com área por faixa e exportação em SHP, PDF ou RAW para taxa variável.

Onde o dado vira resultado

Valor Real

Onde a leitura vira dinheiro na usina: ponto ótimo de maturação e controle localizado de erva daninha.

Ponto ótimo de TAH

Cada área colhida no momento certo de maturação.

Análise do ponto ótimo de TAH por fazenda, bloco e talhão, com ajuste dinâmico do cronograma de colheita. Cada área é colhida no momento ideal de maturação, sem perda por colheita antecipada ou tardia.

Isso resulta em

  • Aumento direto do rendimento industrial (ATR/açúcar por tonelada)
  • Maior eficiência operacional na logística de colheita
  • Melhor aproveitamento da matéria-prima
  • Incremento significativo no faturamento da usina

Ponto ótimo de colheita por talhão

janela ótimacolheita antecipadacolheita tardiaaçúcar
Esquema explicativo do acúmulo de açúcar ao longo do ciclo e da janela em que o corte captura o teor máximo. Não representa dados de nenhuma área.

Erva daninha

A infestação aparece na tela antes de aparecer no corte.

A camada marca os focos dentro do talhão e guarda cada passagem. Em duas datas do mesmo setor dá para conferir se a catação resolveu, sem percorrer a área inteira.

15/09 — infestação detectada

Tela real do LAYERS
Tela do LAYERS em 15 de setembro com focos de possível erva daninha marcados em laranja no setor 02
Camada de possível erva daninha sobre o setor 02 (Vista Alegre): os focos aparecem em laranja dentro dos contornos do talhão.

20/09 — controle confirmado

Tela real do LAYERS
Tela do LAYERS em 20 de setembro mostrando as mesmas áreas do setor 02 sem focos de erva daninha
Cinco dias depois, nas mesmas áreas destacadas, a camada não acusa mais os focos: a catação foi confirmada pela leitura.

Em aplicações a taxa variável, o maior potencial de economia costuma estar no uso localizado de herbicidas, podendo chegar a até 80% em cenários específicos. Fertilizantes e outros defensivos também podem ser otimizados com a aplicação variável, com ganhos que variam conforme a área, o manejo e a recomendação agronômica.

Prova

A base do que entregamos.

O LAYERS é desenvolvido pela HEMAV, com modelos que estimam produção e qualidade a partir de satélite, radar, drone, sensores IoT e clima. Em cana, entrega estimativa de TCH e de ATR por talhão.

Suporte local

Plataforma boa não se implanta por e-mail.

A TerraVision é a distribuidora exclusiva do LAYERS em Goiás, Distrito Federal e Noroeste de Minas Gerais: contrato, suporte, treinamento e visita na sua região.

  • Implantação com carga de talhões e conferência das datas de corte
  • Treinamento da equipe agrícola e do campo
  • Canal direto com a HEMAV para demanda técnica

Como começa

Começa por uma área definida, com escopo em contrato.

Área, prazo e indicadores acordados em contrato antes de começar. A expansão para as demais áreas acontece quando fizer sentido para a operação.

  • Escopo, prazo e área definidos em contrato
  • Implantação, treinamento e acompanhamento incluídos
  • Expansão para novas áreas conforme a sua decisão

FAQ

Perguntas frequentes — cana

Não. Satélite e radar não exigem instalação. Sensores e drone são módulos opcionais.

Sim. O modelo usa o número do corte e o desempenho da safra anterior do mesmo talhão.

A leitura começa na primeira passagem após a carga dos talhões. O prazo de onboarding é definido na proposta.

Não. Direciona: o agrônomo vai onde o dado aponta.

O radar atravessa nuvem. Entre dezembro e março, a leitura de crescimento e biomassa continua.

As condições de propriedade e tratamento dos dados constam do contrato apresentado na proposta.

Somos distribuidora exclusiva em Goiás, Distrito Federal e Noroeste de Minas. Fora dessa área, caso a caso.

Não substitui o agrônomo e não diagnostica causa. Não conta planta pelo satélite, porque o pixel de 10 m mistura solo, planta e bordadura. Não emite laudo nem parecer para terceiros. O óptico não enxerga sob nuvem — o radar cobre esse período — e a previsão depende de cadastro correto.

Agendar demonstração

Estamos a um clique de distância.

Conte quantos hectares de cana você administra e em quais municípios. A gente responde com o que dá para enxergar na sua área.

Resposta em até 1 dia útil. Sem compromisso.
WhatsApp +55 34 99920-7085 · ramon.steffen@coopgrow.com.br

Formulário de demonstração

Diga a cultura, o município e a área. A gente responde com o que dá para enxergar na sua operação.

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos seus dados para contato comercial. Consulte a política de privacidade.